sábado, 15 de novembro de 2014

"Estou bem para caramba, e eu não sei o porquê
Eu estou viciado, algo como dor de cabeça
Me deixou alterado, mas eu ainda preciso tê-la
Explosivo, explosivo (eu ainda conseguia sentir seu perfume)
Não é difícil de notar, que eu estou na dela
Hipnotizado pelo jeito que ela se move..."
- Confident (Justin Bieber)



Olhei em volta e procurei alguém que pudesse presenciar a minha tentativa ridícula de tocar o piano do Justin, mas eu estava salva, Charles, o motorista dele, está com ele na empresa e a cozinheira, Clarisse, saiu para fazer compras.
Toquei algumas teclas novamente e cai na gargalhada com as notas desorganizadas e esganiçadas que eu fiz.
Fui pega de surpresa quando Harry Clay, irmão mais novo de Justin, apareceu no portal do corredor, arregalei meus olhos, surpresa com sua aparição, e ele riu.

— Ah, meu Deus, Harry, que susto — murmurei chocada, ele riu mais alto.
— Desculpe, por favor, não pare de tocar, estava indo muito bem — brincou ele.
— Não seja chato, eu não sei tocar essa coisa — murmurei e bati minhas mãos nas teclas, fazendo um barulho alto e irritante.
— Posso tentar? — pediu ele e eu cheguei pro lado no banco, ele se sentou ao meu lado.
— Por favor.

Harry deslizou os dedos lentamente pelas teclas produzindo uma melodia suave e perfeita, fiquei apaixonada vendo-o tocar, ele sorriu e continuou tocando.



Depois de uns 3 minutos viajando e sonhando com sua linda melodia ele parou de tocar, eu olhei para ele e pisquei meus cílios, fazendo uma carinha triste, ele riu.

— Desculpe, tenho que encontrar uns amigos, toco mais depois, tudo bem?
— Ah... Claro, sem problema — fiz uma carinha mais triste ainda, ele gargalhou, segurou meu queixo e virou meu rosto, então beijou minha bochecha.

Ele se levantou e foi embora, me deixando sozinha com essa máquina de música que eu não sei operar.
Olhei em volta, estou totalmente sozinha e entediada, talvez eu deva dizer ao Jus que eu preciso encontrar minhas amigas, sair um pouco do palácio nas nuvens que ele tem, mas ele me trancafia aqui como se eu fosse um Rouxinol, entendo que ele gosta que eu esteja aqui, esperando por ele, mas eu não nasci pra ficar trancada dentro de casa.
Me arrastei pela sala enorme e me joguei no sofá branco em forma de L com espaço para 10 pessoas, isso é um exagero, mas ele tem o direito de exagerar, ele trabalha exatamente para isso.
Encarei o teto branco e respirei fundo, preciso pensar, não tem nada pra fazer nessa mansão, estou sozinha e entediada, Jus está trabalhando e não posso correr até ele toda vez que eu não tiver nada pra fazer.
Pesquei meu celular do bolso traseiro da minha jeans skinny e rolei a tela pelos nomes de contatos até achar alguém interessante.
Parei no nome Niall Harper, o sobrenome dele não me é estranho, eu o conheço desde o Colegial, ele é divertido e é um grande amigo, eu adoro meu loirinho, mas agora que eu vi o sobrenome dele eu percebi que já conheço, não por ele, mas por outra pessoa.
Apertei no nome dele e levei o telefone até o ouvido, chamou uma, duas, três vezes até ele atender.

 — Diga, loirinha, o que houve? — falou ele, com o típico tom animado que sempre me faz sorrir.
— Olá, Nialler, tudo bem?
— Claro, estou com saudades.
— Podemos nos ver? Estou entediada e me lembrei que não nos vemos há algumas semanas.
— É claro, me diga aonde e eu estarei lá.
— Pode ser na casa do meu noivo?
— Claro, na casa do magnata, já estou a caminho.
— Obrigada, é só subir, você sabe o que fazer.
— Eu sei sim, até mais.

Desliguei o celular e continuei deitada no sofá, olhando para o teto e suspirando a cada 5 segundos, tenho que conversar com o Justin, eu não sou um de seus troféus que ele pode exibir em jantares de negócios ou eventos beneficentes, tenho que sair, me divertir, ver pessoas e me distrair um pouco.
Me virei de lado e encarei a mesinha de centro, um buquê de rosas brancas e vermelhas estava decorando a mesinha, são minhas flores preferidas, além de Tulipas.
Peguei uma rosa vermelha e a aproximei do meu nariz, senti seu aroma perfeito e suspirei pela vigésima vez dentro de 5 minutos.
Essas flores me fizeram lembrar do buquê de Tulipas decorando o criado-mudo no nosso quarto, as tulipas laranjas são lindas.
Me sentei no sofá e cruzei as pernas, peguei meu telefone e mandei um e-mail para o Justin, ele sempre me responde mais rápido por e-mail, não que ele demore a me responder por outros meios, mas esse é o mais eficaz.

                                                                         

De: Anna Walker
Para: Justin Clay
Assunto: Baby!

Olá!
Baby, precisamos conversar.
Com amor,
Anna.


Esperei um pouco e logo a resposta dele chegou, respirei fundo e abri o e-mail dele.

                                                                         

De: Justin Clay
Para: Anna Walker
Assunto: Isso não me parece bom.

Querida,
Como quiser, chego em casa às 5.
Te amo.
J.C.


Guardei o celular e continuei a sentir o aroma da rosa vermelha, enquanto olhava para nada especificamente.
A porta rangeu com o barulho de alguém entrando no apartamento, Niall abriu um largo sorriso e pulou o encosto do sofá, caindo ao meu lado, ele me abraçou apertado e tomou a rosa da minha mão.

— Diga aí, loirinha, o que tá aprontando? — perguntou ele, cheirando a minha rosa.
— Nada, por isso te chamei, estou muito entediada, pode me ajudar?
— Claro, mas não tenho certeza se o magnata vai gostar de me ver aqui quando ele chegar, ele raramente gosta.
— Tenho pensado nisso e vou ter que conversar com ele, me sinto em uma gaiola, não posso nem sair pra passar o dia com as minhas amigas que ele reclama, eu não fui feita pra ficar em casa — resmunguei, Niall riu.
— Você é livre, loirinha, basta dizer isso a ele, ele não colocou uma aliança no seu dedo... Ainda... — provocou Niall, eu fiz uma careta em resposta.
— Você é um grande babaca, é pra você me ajudar, não piorar tudo.
— Falar do seu casamento é piorar tudo? — brincou ele, sorrindo de orelha a orelha. — Então não se case, ué, a escolha é sua.
— Eu sou muito nova para dar um passo tão grande, eu amo o Jus, não consegui dizer não a ele, mas eu realmente preciso de um tempo, isso tudo está indo rápido demais — murmurei, sentindo a sensação de sufocamento me atingir.
— Não morra sufocada ainda, você tem um casamento pra planejar — provocou ele, me fazer rir.
— Eu não vou planejar nada, a mãe do Justin está cuidando de tudo, eu só preciso aparecer no dia vestida de branco — falei e fiz uma careta, Niall riu.
— Ah, claro, você vai ser a de branco — brincou ele.
— Essa é velha, Nialler, muito velha.
— Credo! Seu humor está péssimo — provocou ele, rindo histericamente.
— Eu só preciso resolver logo essa situação, estou me sentindo sufocada e eu não posso me casar com o Justin enquanto não entender o motivo dessa sensação estranha — expliquei, levemente magoada.
— Então diga isso a ele, você pode pedir um tempo, voltar pra sua casa, pensar, passar uns dias longe dele e ver como você reage a isso — falou ele, segurando minha mão amigavelmente e apertando-a.
— É, você tá certo.
— Ah, tive uma ideia, você pode passar uns dias na casa de campo da minha família, meus irmãos e eu vamos passar esse fim de semana lá, você pode convidar algumas amigas e ir, claro, se o magnata concordar — falou ele, excitado com a ideia.
— É, isso parece legal, vou conversar com ele e falar da sua ideia, talvez com um pouco de insistência ele me deixe ir — murmurei, tentando convencer a mim mesma disso.
— É, talvez ele deixe — brincou Niall, com bastante sarcasmo em seu tom de voz.
— Eu posso tentar, não é?
— Claro, tentar é uma ótima ideia — ironizou ele.
— Você poderia me ajudar ao invés de me colocar pra baixo, néh? Ele não é tão mandão assim, você só vê o que quer — defendi Jus, Niall riu mais ainda.
— Ah, claro, quando ele quer algo é um perfeito maluco, mas não é mandão quando está em paz com o mundo, super normal isso.
— Chega, vamos parar de falar dele? Que acha de comer? Eu estou com fome e você? — perguntei, tentando mudar de assunto.
— Ótima ideia, vamos lá, estou faminto.
— Você sempre está — provoquei, ele riu.

Me levantei do sofá e segui até a cozinha, que é separada da sala por um balcão de café da manhã, a cozinha americana é moderna e enorme, não que faça diferença para Justin, afinal, ele raramente entra aqui, só quando está com fome e sozinho, aí ele se arrisca a descongelar alguma comida pronta.
Niall se sentou em uma das cadeiras e apoiou os cotovelos no balcão, ele piscou para mim enquanto eu seguia até a geladeira e pegava ingredientes para um sanduíche.
Depois de montar dois sanduíches eu os coloquei no microondas, coloquei 3 minutos e me sentei ao lado de Niall no balcão.
Ele se virou e me encarou por longos segundos, até me fazer sorrir.

— É bom te ver sorrir assim, à toa. Desde que você conheceu o magnata você não é mais tão feliz como antes — murmurou ele, com certa melancolia na voz.
— Ei, eu sou feliz, tá bom! Ele me faz feliz — murmurei em minha defesa, Niall apenas me ofereceu um sorriso triste.
— Eu sei que faz, no modo dele, mas faz — concordou Niall, suspirei aliviada.
— Obrigada por concordar.

Niall riu e o microondas apitou, me levantei e peguei os sanduíches, coloquei no balcão em frente a Niall e peguei duas latas de coca-cola na geladeira.
Me sentei ao lado dele novamente e vi ele atacar o sanduíche, enquanto eu cortava o meu.
Depois de 5 minutos Niall já estava babando no meu sanduíche, fiquei com metade e dei a outra metade pra ele, que satisfeito, comeu rapidinho.
Pouco antes das 5 da tarde Niall decidiu ir embora, não discordei, afinal, tinha um monte de coisas para falar com Justin, e privacidade é tudo o que ele mais preza.
Clarisse chegou minutos depois que Niall saiu, ela deixou às compras na cozinha e sorriu para mim, ela é a senhora mais gentil e simpática que eu já conheci na vida, ela é um amor de pessoa.

— Alguma coisa pra comer, Anna? — perguntou ela.
— Não, muito obrigada, Clarisse, estou satisfeita.
— Tudo bem, vou preparar o jantar, qualquer coisa me avise.
— Okay, obrigada, se o Justin chegar você pode avisá-lo que estou na biblioteca?
— Claro, querida, eu avisarei.
— Obrigada.

Segui pelo corredor até chegar a biblioteca, um cômodo feito especialmente pra mim, é aconchegante e eu ajudei a decorar, é tudo o que eu preciso quando eu quero passar um tempo sozinha.
Peguei A Letra Escarlate na estante principal, subi as escadas e, no segundo andar, me joguei no sofá de couro branco, a fim de me ocupar com algo enquanto Jus não chega.
Enquanto mergulhava na incrível história de Hester Prynne, eu fiquei completamente anônima a tudo à minha volta, tão distraída que nem notei o peso que afundou o sofá ao lado dos meus pés, poderia ser um assassino, ele poderia ter me matado e eu nem perceberia, mas era somente o meu noivo, e ele não me mataria.
Peguei o marcador e coloquei entre as páginas 11 e 12 do livro, deixei o livro no chão, ao lado do sofá e rastejei até o colo de Jus, ele sorriu e me recebeu em seus braços.

— Oi amor, queria conversar? — perguntou ele, com uma voz suave e melodiosa.
— Sim, ainda quero — concordei.
— Então fale, sou todo ouvidos — murmurou ele e inclinou a cabeça para me beijar.
— Primeiramente saiba que eu te amo, okay? — comecei amansando a fera, ele riu e enrugou a testa, sem entender o comentário.
— Eu também te amo, agora me diga o que quer — falou em um tom brincalhão.
— Nossa, assim você me faz parecer tão superficial, vejamos o que eu quero: eu quero beijo, eu quero abraço, eu quero você passando mais tempo comigo, eu quero isso e muito mais — falei em um tom sarcástico, Jus riu e me apertou mais forte entre seus braços.
— É claro que quer, desculpe, vou tirar duas folgas por semana só pra te dar tudo isso — brincou e beijou minha testa. — Agora, voltemos ao assunto principal, o que você realmente está me escondendo?
— Não estou escondendo, só estou adiando a guerra — falei e dei de ombros.
— Então chega de adiar o inevitável, vamos lá, me diga logo — ordenou, seu modo autoritário acionado na intensidade máxima.
— Tudo bem, eu andei pensando muito e cheguei a conclusão de que você me trata como a merda um troféu — falei tomando coragem, sai de seu colo e ajeitei minha postura olhando-o nos olhos.
— Troféu? O quê? Querida, eu...
— Não, é isso sim, você não me deixa sair daqui desde que me mudei, não posso ver minhas amigas, nem ir ao shopping, e Deus me livre de ir à uma balada com elas, porque você pode dar um ataque e mandar seus seguranças me arrastarem de volta para casa. Eu não quero ser um robô que te segue de jantar à eventos beneficentes, eu quero ter minha vida própria e quero que você afrouxe um pouco as rédias, estou me sentindo sufocada aqui dentro, não saio o dia inteiro e fico entediada aqui sozinha, tá conseguindo me entender? — perguntei, notando sua expressão chocada e levemente pálida.
— Amor, eu não sabia que se sentia assim, eu não... Tinha ideia — murmurou ele, taciturno e confuso.
— Então eu estive pensando e eu quero passar o fim de semana em uma casa de campo, para clarear as ideias e pensar um pouco, sabe, respirar novos ares — murmurei, estudando sua reação.
— Bom, claro, acho ótimo passar o fim de semana em Macclesfield, vai ser ótimo — falou ele e abriu um sorriso tímido, encantador.
— Não, amor, eu estava pensando em ir com uns amigos pra casa de campo deles, não sei bem onde é, mas deve ser lá por Cheshire East mesmo — murmurei docemente, tentando não provocá-lo.
— Ah... Sem mim... — murmurou ele, tristemente, senti meu coração se comprimir.
— Eu só preciso passar um tempo com as minhas amigas, vai ser tipo uma despedida de solteira, o que acha? — perguntei, tentando soar mais animada e animá-lo também. — Só que sem stripers e mais campo, ar fresco e tal.
— Isso vai te ajudar a se sentir menos... Sufocada? — ele perguntou, tendo certa dificuldade com a última palavra.
— Sim, acho que sim — sussurrei, olhando-o atentamente, ele enrugou a testa e fez uma carinha triste.
— Quando pretende ir? — perguntou, tentando não demonstrar o quão chateado estava.
— Eu não sei, talvez amanhã, preciso combinar com as garotas, mas antes preciso saber o que você acha disso.
— Sim, eu acho que vai ser bom pra você, combine com elas e me diga aonde é essa casa de campo, assim ficarei mais tranquilo — falou ele e se levantou, sua postura rígida e profissional, merda, ele está magoado.
— Amor, não fique chateado comigo, por favor — pedi docemente, segurando a mão dele, o impedindo de ir.
— Não estou, eu vou tomar um banho, colocar algo mais confortável e depois comer alguma coisa — falou sério e seco, ele está sim, muito chateado.

O puxei com mais força e ele caiu ao meu lado, subi em seu colo e o prendi com minhas coxas, o impedindo de se mexer, ele sorriu mas evitou olhar em meus olhos.

— Por favor... — sussurrei beijando seu queixo, sua barba rala pinicou meus lábios e eu o mordi. — Não fique bravo.
— Não... Não estou — murmurou ele, fechando os olhos.
— Eu sei que está, consigo ler as entrelinhas e todas elas estão dizendo que você está muito chateado comigo — sussurrei, distribuindo beijinhos leves de seu queixo até a sua boca.
— As entrelinhas estão erradas — sussurrou de olhos fechados, suas mãos chegaram até a minha cintura e me apertaram.

Justin abriu os lábios e deslizou a língua pela minha boca, me prendendo em um beijo intenso e sufocante, no bom sentido, deslizei minhas mãos pelo seus cabelos sedosos e os puxei carinhosamente, ele gemeu contra minha boca e deslizou as mãos por minhas coxas.



Ele segurou mais firme em minha cintura, puxando-me de encontro a ele, ele mordeu meu lábio inferior com força, me fazendo resmungar e afastar minha boca da dele.

— Você me deixa louco, em todos os sentidos — falou ele, sério e seco, mas seus olhos brilhavam intensamente.
— Ai — murmurei docemente e toquei meu lábio, ele riu.

Ele segurou minha cabeça e me puxou novamente, engatando em um beijo selvagem e intenso, puxei seus cabelos novamente e tentei morder sua língua, mas ele riu e em um movimento rápido me deitou no sofá, ficando em cima de mim.



Mais uma tentativa falha de morder sua língua, ou até mesmo seu lábio, e ele segurou meu queixo, fazendo meus dentes se abrirem, ele beijou meu queixo e mordeu suavemente meu lábio, deixando um beijo casto antes de me soltar e se levantar.

— O que as entrelinhas dizem agora? — provocou ele, soltando o nó da gravata e me olhando de um jeito tão provocativo que quase corri para o banheiro, a fim de um banho gelado.



Hello babies,
Aí está o primeiríssimo cap. espero que gostem =)
Obrigada pelos coments, adorei a rapidez de vcs.
E aí, estão ansiosas para Four? Só mais dois dias e lança (oficialmente), quem já ouviu? kkkk
Bom, comentem pra mim:
10 comentários??
Amo vcs divas <3


10 comentários:

  1. Ochreee continuaaaaaaaa logooooooo pleaseeeee ta de maissssssssssss

    ResponderExcluir
  2. apenas perfeito, continua logo por favor

    ResponderExcluir
  3. Tah perfeito *--* totaaalmente anciosa pro four e pro clip muito muito muito tbm, o clip vai ta perfeito

    ResponderExcluir
  4. MDS!!!!UMA AMIGA MINHA ME INDICOU ESSA FIC!!E EU AMEI....PORRA,QUE FODA♥♥♥♥
    Ops:CONTINUAAAAAA

    ResponderExcluir
  5. cada vez melhor ,você escreve muito bem ,continuaaaaa

    ResponderExcluir
  6. Cade vc?????
    Continua ^^

    ResponderExcluir

Sou como uma escritora, lanço o livro para ser comprado;
Vocês são os compradores e os comentários o pagamento u.u
Faço isso de coração e amo, mas preciso do seu comentário <3

Qual a música? "No one in the world could stop me from not moving on, baby. Even if I want to..."

Por: Milinha Malik. Tecnologia do Blogger.

Cupcakes Visitantes ♫♫

♥Books♥

Translate

Talk to me!!

Twitter

♥Cupcakes♥


widget

Instagram

Instagram

Seguidores

Quem sou eu

Minha foto

Hello pessoas,
Sei que muitos não lerão isso, não se importaram com isso, não vão querer ao menos ver isso.
Mas não tem problema, isso aqui é pra quem quer ler.
Sou apaixonada por livros, amo escrever e, acima de tudo, amo One Direction, pois foi graças a eles que eu descobri o meu amor pela escrita.
Não espero que gostem das minhas histórias, mas aos que gostam: Obrigada.
Quem quiser entrar em contato é só seguir no Twitter: @miamelo1d

Agenda!