terça-feira, 26 de setembro de 2017

"Nós iremos lutar pelo nosso direito de amar, sim
Ninguém quer nos ver juntos
Mas não importa, não..."
– Don't Matter (Akon)



Ele me beijou e eu deixei que ele me despisse. Se isso nos faria ter um menino, então por mim tudo bem. Mesmo que não fizesse, continuaria tudo maravilhosamente bem!


♂♀♂♀

Quatro dias depois a minha menstruação não veio, então eu aceitei a indicação de Trisha sobre visitar o ginecologista que cuida dela e de suas filhas mais velhas, Doniya e Waliyha. Marquei uma consulta com ele e Zayn topou me acompanhar, na verdade ele me obrigou a levá-lo comigo, mesmo que eu me sentisse um pouco desconfortável.
A consulta acabou não sendo tão constrangedora quanto eu pensava. Eu tive que fazer um teste rápido de farmácia, que deu positivo. Então graças ao teste, o doutor Graham sugeriu fazer um exame de sangue, que eu aceitei fazer.
Foi desconfortável, não nego, mas acabou sendo bem rápido e logo já tínhamos o papel com o resultado em mãos. Zayn estava praticamente quicando na cadeira de tanta ansiedade.
O doutor Graham abriu o envelope que veio selado da sala de exames e então demorou dois minutos lendo todo o conteúdo, durante esse tempo Zayn estava esmagando os meus dedos.

— É, meus parabéns, vocês estão esperando um bebê — disse o doutor abrindo um largo sorriso para nós.

Fiquei um pouco sentada para me acostumar com a notícia, apesar de nos últimos dias ter imaginado tudo aquilo com Zayn eu não estava realmente preparada para receber uma notícia afirmativa.
Zayn estava literalmente quicando na cadeira ao meu lado, ele não parava de sorrir e perguntar ao doutor com quanto tempo eu estava, se eu precisaria ficar de repouso, se eu não podia comer carne, se eu não podia tomar banho de mar, se eu não podia pegar chuva, se eu podia andar. Meu Deus, ele pensa que eu estou com algum tipo de doença? Ele definitivamente não sabe nada sobre gravidez e olha que ele teve três irmãs mais novas!

— Não se preocupe, Zayn — disse o doutor Graham, com um sorriso divertido. — Hayley pode fazer tudo o que quiser, mas terá que abdicar de alguns hábitos enquanto estiver grávida, eu farei uma lista de tudo o que ela pode ou não fazer para ajudá-los nesse comecinho. Aliás, você está grávida de aproximadamente duas semanas, Hayley. É muito cedo ainda, mas aconselho que já procure uma obstetra de confiança em Londres para começar o pré-natal.
— Sim, doutor Graham, muito obrigada por nos encaixar hoje — agradeci já me levantando, Zayn também se levantou e pegou o papel que o doutor escreveu para mim.
— Ah, o prazer foi meu. Desejo tudo de bom para vocês e o mais novo bebê Malik — ele sorriu e nós acenamos em despedida.
— O mais novo bebê Malik — disse Zayn quando saímos do consultório, ele parecia testar a palavra e gostar do som, o que me fez rir.
— Catter-Malik — lembrei, ele fez uma careta.
— Não combinou, precisamos dar um jeito nisso.
— Como assim não combinou? — reclamei divertida.
— Ah, olha só: Noah Catter-Malik, ou então: Diane Catter-Malik. Não combina nada, amor, fica estranho! — ele disse e eu tive que concordar, realmente não ficou legal.
— É claro que esses nomes são hipotéticos, não é?
— Sim, com certeza, vamos escolher o nome juntos — ele garantiu pegando a minha mão e beijando os meus dedos carinhosamente.
— Eu gosto de Travis, ou Oline, eu gosto muito de Oline. Ouvi sua avó e sua tia discutirem alguns nomes havaianos e Oline foi um deles, acho que significa alegre — murmurei distraidamente, Zayn sorriu e me abraçou enquanto atravessávamos a rua.
— Eu gosto de Oline, mas para menino eu também gosto de Declan — ele disse e eu imediatamente me apaixonei pelo nome.
— Sim, Declan! Adorei, é forte e espirituoso, amei Declan! — falei animada e ele riu.
— Ótimo, então se for menino será Declan, se for menina será Oline. E quanto aos nomes do meio?
— Eu não acredito que estamos decidindo o nome do nosso bebê enquanto caminhamos pelas ruas do Havaí — ele riu e deu de ombros.
— Eu gosto de Christoff e Claire — Zayn disse e me puxou para fugirmos de um carro que passou em alta velocidade assim que chegamos na calçada.
— Declan Christoff Catter-Malik e Oline Claire Catter-Malik? — perguntei insegura, pobre criança, que nomes enormes.
— Não. Declan Christoff Malik e Oline Claire Malik — ele falou sério e parou na minha frente, olhando fundo em meus olhos.
— Está querendo roubar o meu filho? Por acaso pretende levá-lo para outro continente e fingir que ele não tem mãe? — perguntei divertida, ele balançou a cabeça e riu.
— Não, estou te pedindo para casar comigo, assim o nome do nosso filho não será tão grande! — ele falou e eu engasguei.
— Está louco? Zayn, não precisamos nos casar! — rebati assustada, o puxei para voltarmos a andar e ele resmungou baixinho.
— Confesse que os nomes soam bem melhor depois que a gente estiver casados! — apelou Zayn e eu tive que admitir, realmente ficavam mais bonitos sem o Catter. — Vamos, Ley. Os dois nomes do meio começam com C de Catter, ainda terá uma parte sua nos nomes. Por favor, case-se comigo, Hayley Catter!
— Zayn, são coisas demais acontecendo em tão pouco tempo, eu não vou me casar com você às pressas! — falei resoluta, ele ficou quieto por alguns segundos, pensando. — Só me dê um pouco mais de tempo, por favor! Preciso processar tudo o que está acontecendo, agora além de ter que lidar com o fato de estar esperando um bebê, eu ainda tenho que pensar a respeito de ser pedida em casamento? É demais!
— Tudo bem, vou lhe dar o tempo que precisa. Mas saiba que os nomes ficam muito mais bonitos sem o Catter e a minha vida também. Pense nisso, Sra. Hayley Elizabeth Malik — ele piscou e entrelaçou os nossos dedos enquanto caminhávamos pelo calçadão à beira da praia.

Sinceramente, eu queria muito dizer sim, mas precisava pensar mais a respeito. No entanto, a cada dia que se passava eu me apaixonava mais pelos nomes que escolhemos.
Declan Christoff Malik.
Oline Claire Malik.
Soavam perfeitos para mim.



— Jay, ei! James? O que você tem, cara? — perguntou Liam, balançando a mão na frente do meu rosto enquanto eu leio e releio a mensagem de Zayn. Puta que o pariu. Isso vai dar merda.
— James? — grita Liam, insistindo e eu simplesmente não consigo parar de olhar o celular aturdido. — Que merda, cara, tá me deixando curioso — ele resmunga e arranca o telefone das minhas mãos. 

Antes que eu possa reagir e pegar o telefone de volta, Liam já está lendo a mensagem e voltando o olhar chocado para mim. É, irmão, você vai ser papai! Ou será o Niall? Bem, ainda tem Louis e Harry. Mas é bem provável que seja o Zayn. Bom, vai saber.

— O que é isso, James? — ele pergunta com uma voz aterrorizada, quase sinto vontade de rir.
— Hayley está grávida. É exatamente isso o que você leu — falei secamente, o olhando como se ele fosse o culpado por isso, quando na verdade eu não sei qual dos cinco é o culpado por engravidar a minha irmãzinha.
— Mas que... Caralho! — ele xingou, voltando a olhar o meu telefone de olhos arregalados.
— É, pois é. Isso foi o principal elemento para o drama que estamos descobrindo agora! — ironizei e ele revirou os olhos. — Foi você?
— Eu? — ele perguntou confuso até se tocar que eu estava perguntando se ele era o responsável pelo meu primeiro sobrinho. — Bom, eu não sei, cara. Meu Deus, será se... Eu? — ele me olhou perdido e eu quase ri, mas me controlei em respeito ao estado mental perturbado em que ele se encontrava.

A campainha tocou e eu agradeci mentalmente por não precisar ajudá-lo a descobrir se eram os genes dele dentro da minha irmã ou não. Seria informação de mais para descobrir antes de beber umas duas garrafas de whisky.
Deixei que os outros três protagonistas entrassem na casa da minha irmã e eles se acomodaram no sofá ao lado de Liam, que continuava encarando o celular completamente estarrecido. Enquanto eu colocava as cervejas que eles trouxeram na geladeira, não pude evitar que o meu telefone passasse de mão em mão e que eles descobrissem sobre a gravidez de Hayley. Eles enlouqueceram e eu, provavelmente, perderia o meu pescoço em breve.

— James — ouvi Louis gritar e eu tive a confirmação que eles leram a mensagem.
— Eu sei, meu caro. Vou ser titio, imagine a minha felicidade no momento — resmunguei virando a garrafa de cerveja e bebendo quase todo o líquido em apenas uma golada.
— Que porra é essa? — perguntou Niall, no mesmo estado chocado que Liam ficara.
— Tá legal, vou ser curto e grosso — falei secamente e coloquei a minha garrafa de cerveja em cima da mesinha de centro, Harry, Niall, Louis e Liam me encararam de olhos arregalados, ainda sem acreditar na novidade. — Qual de vocês engravidou a minha irmã? -— naquele momento eu me sentia como o João, do filme João e Maria: Caçadores de Bruxas, só que no lugar de uma arma potente para matar bruxas, eu estava segurando um controle remoto nem um pouco ameaçador.

Os quatro se entreolharam sem saber a resposta, não sei qual parecia mais perdido, o único que parecia um pouco animado com essa história era Louis, que já falava em ter um herdeiro e coisa e tal. Pobre homem, provavelmente é o primeiro a ser cortado da lista de possíveis pais. Os que mais querem são os que raramente conseguem.

— Como o Zayn descobriu isso? — perguntou Harry, eu dei de ombros.
— Não sei, ele só me disse que ela está grávida e não falou mais nada, nem ao menos me responde. Acho que Hayley já deve ter matado ele e escondido o corpo por ter me contado.
— Mano, como eu vou cuidar de uma criança? Nem ao menos um emprego eu tenho! — choramingou Niall, esfregando o rosto e puxando os cabelos tingidos. Coitado.
— Vamos combinar que o melhor aqui para sustentar a Hayley e um bebê sou eu, então teremos que chegar a um consenso — disse Louis, deixando escapar um sorrisinho idiota.
— Ei, minha irmã não precisa ser sustentada! — reclamei apontando o controle remoto para ele de forma ameaçadora.
— Eu sei, eu sei, só estou falando hipoteticamente! — resmungou Louis.
— Questão financeira não quer dizer nada — Liam disse secamente. — Eu acho que todos nós temos uma condição boa para dar uma vida confortável tanto para Hayley quanto para o bebê. A grande questão é quem é o pai. Sem falar que ainda tem o Zayn, ela o escolheu.
— Mas o bebê pode ser de qualquer um de nós! — lembrou Harry.
— Mas também pode ser do Zayn — acrescentou Niall.
— Vocês já estão fazendo planos em se casar também? — ironizei acidamente, eles me encararam confusos. — Independente de quem for o pai, Hayley escolheu o Zayn para ser o companheiro dela! Vocês vão ter que aceitar que mesmo que algum de vocês seja o pai desse bebê, ela vai continuar com ele — falei pausadamente para que eles entendessem.
— Vai ser confuso, digo, se o bebê for de algum de nós e não dele — disse Louis, com os ombros caídos e os dedos inquietos.
— Eu acho que não vai importar pra ele. Ele a ama muito — falei pensativo, os rapazes assentiram pesarosos. — Olha, caras, eu só peço que tenham paciência. Esperem ela chegar até vocês e contar a notícia, não a ataquem com perguntas, eu tenho certeza que ela sabe quem é o pai e eu tenho um grande pressentimento de que não é algum de vocês, pelo menos eu torço pra que não seja — falei a última parte baixinho, mas eles escutaram e fizeram caras feias para mim.
— Ei, eu queria muito um filho, principalmente com a Hayley — rebateu Harry, ressentindo.
— Vamos frisar aqui que ter um filho com a Hayley não trará ela de volta para vocês! — apelei e voltei à cozinha para pegar mais uma cerveja, eu precisaria me abastecer para aturar esses caras apaixonados pela minha irmã.
— Nós sabemos — resmungou Niall.
— Então aceitem e não fiquem tão esperançosos! — aconselhei, todos eles resmungaram e beberam suas cervejas.

Um pouco mais tarde quando todos já estávamos chapados, Louis ergueu sua garrafa de cerveja e convidou a todos a fazerem um brinde com ele, tive que me controlar para não rir da cara que todos eles fizeram quando ele disse a que iríamos brindar.

— Um brinde a Hayley, o amor de nossas vidas, e ao bebê que ela está esperando, que provavelmente não será nosso — todos resmungaram contra, mas brindaram mesmo assim, pois sabiam que era a verdade, eu também me juntei ao brinde, mas brindei à felicidade da minha irmã, seja com quem for.


♂♀♂♀


Infelizmente eu não sou conhecido na família como o cara que sabe guardar segredo, além do mais, ninguém me pediu segredo. 
Infelizmente, para Hayley, a nossa mãe me ligou quando eu ainda estava de ressaca e, confesso, um pouco embriagado. Então eu abri a minha imensa boca, porque como eu mencionei acima, não sou conhecido como o cara que sabe guardar segredo.

— Jay, isso é hora de estar dormindo? Ah, meu Deus, onde foi que eu errei com esse menino? — ela reclamou em meu ouvido, não tive outra escolha se não desviar a atenção dela de mim para Hayley.
— A Hayley está grávida! — gritei mal-humorado, a linha ficou muda.

O grande problema da minha mãe é que ela sempre mimou muito tanto eu quanto Hayley, o outro grande erro dela é também brigar muito conosco, então é normal que Hayley e eu digamos alguns podres um do outro nesses momentos para que a atenção da nossa mãe vá para o outro irmão e pare de brigar.
Tive que fazer isso, apesar de ter jogado bem baixo. E, acredite, me arrependi muito quando a ressaca passou.

— Mãe? A senhora está aí? — perguntei temeroso, de repente o sono tinha passado e a minha completa atenção estava na linha muda.
— James? James? O que você falou? Sua mãe está surtando aqui! — gritou meu pai e eu comecei a suar frio.
— Pai? Meu Deus, eu sinto muito. Dá um copo de água com açúcar para ela — falei desesperado. — NÃO, NÃO! Dá um copo bem cheio de whisky pra ela, pai, do mais forte que você tiver aí!  
— O que você falou pra ela, garoto? — esbravejou meu pai e eu senti vontade rir. Droga, eu e minha mania de rir nos piores momentos.
— Tudo bem, olha, eu não quero que você surte também, mas você ficará sabendo de qualquer jeito. A Hayley vai me matar, mas vou dizer — devaneei e meu pai se irritou. 
— Jameson Frederick Catter! — ele gritou meu nome completo, ninguém me chama assim a não ser a minha família quando está muito irritada.
— Ok, ok. A Hayley está grávida — falei de uma vez, já sentindo as mãos macias de Hayley ao redor do meu pescoço.

Novamente a linha ficou muda. Fiquei apavorado. Ouvi ao longe o som do choro alto da minha mãe e as palavras secas e irritadas do meu pai xingando Hayley e o mundo. Ouvi também uma ameaça bem sonora ao "maldito que engravidou a minha filha".
Juro, nunca ouvi meu pai tão bravo na vida. Exceto uma vez quando eu quebrei a coleção de discos do Elvis Presley, mas foi totalmente sem querer, não era minha culpa se a bolinha branca de sinuca tinha voado até o alto da estante e esbarrado em todos os cinco discos versão de colecionador do rei e deixado-os em versões picadinhas.

— James, nós vamos até aí agora, precisamos conversar com a sua irmã! — gritou meu pai ao telefone, tive que afastar o aparelho do ouvido para não ficar surdo.
— Pai, não. Ela está viajando, só volta na quinta que vem — falei desanimado só de pensar em tê-los por perto. Era pressão demais. Mas pelo menos eles já estariam aqui pro meu enterro, pouparia tempo.
— Pois é melhor você preparar um quarto para nós, chegamos na quarta! — ele esbravejou e então desligou na minha cara, me deixando assustado e muito, muito desconfortável.



Depois de uma semana mágica no Havaí que me fez amar cada parente do Zayn, até mesmo o primo inconveniente dele, nós tivemos que voltar para casa e eu já estava bastante triste por ter que voltar, mas fiquei completamente louca ao descobrir que os meus pais estavam em minha casa desde o dia anterior e, pior ainda, estavam fumaçando de raiva ao descobrirem por ninguém menos que o meu irmão mais velho que eu estou grávida!
Juro por Deus, eu vou estraçalhar o corpinho malhado de James e enterrar os membros no meu jardim! Por mais que eu não tenha um!
Eu estava destrancando a porta do meu apartamento quando eu ouvi a voz grossa e irritada do meu pai, comecei a sua frio e Zayn me encarou preocupado, ele tentou abrir a porta mas eu o impedi sem fazer alarde.

— Meus pais! — sussurrei histérica, ele me olhou confuso e então sorriu. Por que diabos esse cara está sorrindo? Por acaso ele não sabe que está caminhando de encontro a própria morte?
— Vamos lá, Ley, quero conhecê-los! — ele disse empolgado, fechei os olhos e respirei fundo. Pobrezinho, não conhece mesmo os meus pais.
— Meu pai está muito bravo, eu sei só pelo tom de voz. Acho melhor você ir pra sua casa e voltar outra hora, talvez eu até vá com você — falei ponderando a ótima ideia, Zayn negou com a cabeça e ameaçou abrir a porta, o parei imediatamente. — Não, quer saber? Vamos voltar pro Havaí! Podemos arranjar uma casinha lá, você abrirá um bar muito maravilhoso em Honolulu e nós criamos o nosso bebê lá, vai ser maravilhosos! — tagarelei esperançosa, ele apenas riu e me beijou.
— Querida, ele pode estar até armado, eu não vou fugir. É a minha responsabilidade e eu vou arcar com ela junto com você. Não importa se ele for o Rambo ou o maldito Hulk, eu viro pedacinhos por você sem pestanejar! — ele disse e eu me derreti um pouquinho, mas ainda estava com medo de encarar o meu pai, principalmente depois de ouvi-lo ameaçar o maldito que engravidou a filha dele, por sorte Zayn não o ouviu.




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Qual a música? "No one in the world could stop me from not moving on, baby. Even if I want to..."

Por: Milinha Malik. Tecnologia do Blogger.

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Sei que muitos não lerão isso, não se importaram com isso, não vão querer ao menos ver isso.
Mas não tem problema, isso aqui é pra quem quer ler.
Sou apaixonada por livros, amo escrever e, acima de tudo, amo One Direction, pois foi graças a eles que eu descobri o meu amor pela escrita.
Não espero que gostem das minhas histórias, mas aos que gostam: Obrigada.
Quem quiser entrar em contato é só seguir no Twitter: @miamelo1d

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